quarta-feira, 11 de dezembro de 2024


 Figdquerj Festival Junino/2024

Federação do Movimento Junino do Interior do Ceará – MOJUNI

 

Federação do Movimento Junino do Interior do Ceará – MOJUNI.

IV formação de Jurados Juninos do Brasil – 2024.

Cultura junina: constrói o futuro sobre o olhar e vivência de um passado, presente através de gerações”.

(Joelma Lima)



Da Chita ao Brilho ; Fundamentado perspectivas atuais.

(Henrique Pereira Rocha).

''as modificações da linguagem das quadrilhas juninas na contemporaneidade suas consequências no processo de produção desta manifestação popular"

Abrangendo-o contexto histórico; o princípio das quadrilhas juninas esta centralizada nas danças de salão europeia trazida ao Brasil pela corte portuguesa a “quadrille” e assim disseminando: as festas juninas relaciona se as comemorações pagãs praticados na Europa no decorrer da passagem da primavera e verão prestigiando popularmente como Solstício de verão.

A festa Joanina em referência a joão Batista disseminara-se rapidamente principalmente no nordeste propagando se a acultura eu modo de vida do interior suas culinárias neste período, o Nordeste ganham cores e o cheiro de comida farta sinal de boa colheita: as pamonhas, canjicas, bolos, arroz-doce etc, são simbolismo de ancestralidades herança agrícola que perpetua ate os dias atuais.

No que tange suas vestes: foram adequando e se ajustando a autenticidade rural brasileira com a chita, vestidos rodados de babados com estampas.

Homens camisas xadrez, calça comprida e chapéu de palha a influência europeia ajustando se a realidade local brasileira, cheias de fitas e cores.

Ao longo dos anos as festas ganham novos traços e delincamento com os concursos de quadrilhas juninas que mobilizam grupos e inúmeros ensaios ao longo do ano perpetuando momento de interatividade enlace com a comunidade local juntando aprendizado, diversão as tradições, interagindo e expandindo se com coreografias, temas trajes coloridos acrescentando brilhos promovendo a inclusão valorizando o artista e a importância da mídia no aspecto de registro e divulgação e expansão da história promovendo habilidades sociais, educativas e comunicativas com o público através de suas coreografias e narrativas temáticas.

Acompanhando a narrativa e dando continuidade abrajante abordarei a palestra:

A história do movimento junino do Brasil.

Mestre zé Perreira (DF)

Aldenor Holanda (CE)

Célio Torres (SE)

Claudeci Silva(DF)

Vando Rodrigues (C E)





No que tange o decorrer os palestrantes contextualiza com a chegada dos portugueses ao território brasileiro trazendo para o Brasil as festas em homenagem aos santos:

São João.

Santo Antônio.

São Pedro.

Ou seja, com víeis inicialmente religioso, com procissões, missas e canto litúrgicos ganhando novos aspectos com a influência indígenas, africanas e suas praticas do homem do campo: nas comunidades rurais, abrangendo se desdobrando aos costumes locais e suas diversas expressões culturais brasileira: o Nordeste predominava o som do forro e dança quadrilha; o Sudeste ocorria encorporação aos elementos caipira; o Sudeste as festas captava toques da influência indígenas.

Desta forma o movimento junino ganha força como expressão cultural no século XX, crescendo com as festas juninas perpetuando como um elo entre o passado rural e o presente urbano se estruturando em grupos organizados transformando se de uma dança de tradição oral para competições e espetáculos com coreografias ensaiadas e elaboradas, transformando se em um fenômeno cultural de massa. Dentre os pontos abordados na palestra de interatividade com os demais participantes surgi os desafios referentes as perdas de elementos da tradicional originário, situando se a compreensão primordial que qualquer movimento cultural precisa conversar com o presente sem abdicar do passado permitindo compreender o desenvolvimento junino e sua importância cultural no qual sua crescente comunga com desafios ao futuro em um aspecto genuíno o movimento junino perpétua se com sua capacidade de adaptações, força, inovação e resiliência construindo o futuro sobre o olhar e vivência de um passado; presente em todos nós através de gerações.



Cadência junina

(Vando Rodrigues)

cadência junina sucessão regular de movimentos compassados em harmonia com o ritmo”

significado de cadência: regularidade de movimentos ou sons.

A ideia de comunicação com o público a coreografia junina expressa sentimento interatividade embalado por sua música e suas sequências de movimentos correográficos tem como finalidade contar a história proposta apresentada pelo grupo para o público e avaliadores se está com coerência e seu desenvolvimento esta coeso, as belas coreografia padronizados impulsionam os grupos juninos e sua capacidade de transmitir mensagens, emoção de forma genuína surpreendendo e interagindo com o público, abrangendo e valorizando o artista, organizando os grupos de forma interativa engrandecendo expansivamente a rede produtiva das festas juninas envolve diversos setores da economia, como o de serviços, indústria, comércio, transportes e alimentação.

Dentre meu aprendizado como espectador considerar um primor de aprendizado:

DEZ MANDAMENTOS DOS PONTOS DE BALIZAMENTOS DA CADÊNCIA JUNINA:

1. Progressão da quadrilha: É a evolução durante a execução da coreografia;

2. Os espaços: É a utilização dos espaços físicos de forma proporcional;

3. Os trâmites: Estamos falando a troca de movimentos durante a execução da coreografia; 4. As paradas: Momentos artístico sem algum tipo de apresentação sem causar uma regressão ou deixar um buraco em quadra dentro da coreografia;

5. Alinhamento visual: Estamos se referindo ao sincronismo da execução da coreografia de forma homogênea..

6.Visual: Estamos falando da distribuição orgânica das cores de acordo com a proposta da temática da quadrilha;

7. Musicalidade: Se refere ao ritmo musical sincronizado com a cantoria dos brincantes;

8. Conjunto: Integração dos brincantes com a proposta correográfica artística temática da quadrilha junina;

9. Organicidade: Formato no qual a naturalidade da apresentação se desenvolve;

10. Envolvimento técnico: A capacidade dos 9 pontos de balizamento conseguem se interligarem.

(palestrante: Vando Rodrigues)



A economia criativa na cultura junina com o desenvolvimento econômico.

(Mell Corrêa)

Partindo do princípio que a cultura junina e um ciclo que se renova a cada ano as festas juninas é um acontecimento sociais artísticos de grande relevância econômica neste período do ano, há um aumento significativo; o nordeste transforma se em um polo de turismo aquecendo diversos setores: gastronômico hospedagem, serviços especializados em eventos, impulsionando as vendas das redes varejistas, gerando renda aos trabalhadores e empresas potencializando contribuindo para dinamizar a economia regional dentre esse aspecto foi proposto uma dinâmica didática:

Dinâmica 01

O desafio ao longo do tempo é trabalhar as formas Culturais diversas de forma que assim permitir aprender sem pre julgamentos as identidades cultural de cada Estado.


Dinâmica 02

Partindo do princípio: festejos juninos NÃO é apenas comemoração Cultural. Tendo em vista a impacto econômico e sua importância significativa em diversas regiões do Brasil como exemplo; turismo comércio abrangente, associados as festividades e sua contribuindo e gerando empregos em vários setores exemplo: rodoviária, aéreo.

Em 2025 esperamos que os festejos juninos seja abrangente consolidando sua importância no calendário brasileiro. 

Dentre uma abordagem abrangente o palestrante:

(Mell Corrêa)

adentra em uma abordagem com o tema: Arraial: templo sagrado das quadrilhas juninas.

Segundo: Mell Corrêa “Arraías juninos são as manifestações culturais oriundas do mês de Junho” festejos juninos, que trazem uma riqueza histórica multifacetada, que desempenha papéis importante nos diversos contextos na sociedade brasileira, exemplo:

Contexto econômico

Contexto social humanístico

Contexto artístico

Contexto tradicional

Contexto contemporâneo

Nestes contextos os arraias juninos proporciona o convívio e entrosamento e comunicação entre pessoas de todas idades fortalecendo a confraternização valorizando o sentido de comunidade com adesão a participação vinculando se, convivendo no mesmo habitante promovendo a continuidade a cultura popular.

As quadrilhas juninas reverencia e preza as manifestações culturais de seus artistas, preservando elementos culturais e históricos, como dança, música, figurino, teatro, canto, cenografia e serviços, etc.

A quadrilha como alma do arraiá enraizada em séculos de história e tradição popular nos costumes e das praticas religiosa de um povo: os arraias juninos fortalecendo os laços comunitário, proporcionando nas quadrilhas modificações aos longos dos séculos.





Bibliografias:

IV EDIÇÃO DA FORMAÇÃO DE JURADOS JUNINOS DO BRASILMOJUNI

https://www.instagram.com/mojuni_oficial/p/DCm_rxypNJM/?img_index=1

https://mapacultural.secult.ce.gov.br/agente/35246/

https://www.youtube.com/@equitavc-pa-mellcorrea7635

https://www.youtube.com/watch?v=bLSkOyzRExQ

https://www.youtube.com/@federacaomojuni/featured

sábado, 15 de março de 2014

Morena Faceira.


Morena Faceira Os Bilias Morena faceira, formosa e tão bela Tu és a donzela deste meu rincão Cabelo enfeitado com tope de fita_ És a mais bonita que enfeita o salão Seus olhos, tão lindos, são dois pirilampos Que iluminam os campos nas noite' araganas Lábios cor-de-rosa, vestido de chita Cartão de visita da terra pampeana Morena faceira, a tua beleza Pela natureza foi feita, somente Com este vestido tão lindo, enfeitado Fazendo rodado pra mexer com a gente E quando tu passa, sorrindo e dançando Eu fico pensando, que bom que seria Se eu pudesse, um dia, contigo a meu lado Meus versos rimados dizer-te em poesia Morena faceira, se isto acontecesse E tu atendesse o pedido que eu fiz Te juro que a Deus eu agradeceria E prometeria fazer-te feliz Se me acontecer esta felicidade Com sinceridade quero te falar Eu construiria na beira da estrada Uma linda morada pra nós dois morar

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

SEJA BEM VINDO.

SEJA BEM VINDO.
DEIXE UM COMENTÁRIO OU SUGESTÃO.

Mais um Setembro....

"Poderia ser mais um setembro,
que por si só já é encanto.
Mês das flores, clima suave, amores...

Poderia ser mais um dia comum
que por si só tem seu sabor
mas não foi...

Só nós sabemos...
Mas, não pudemos mudar o destino
tampouco sentimentos....

E a roda viva do tempo
trouxe e trará outros setembros
eu sei....

Com eles, vieram e virão novas flores
novos dias, suas cores,
primaveras...

E a contínua espera
em que novamente floresça,
no frio dessa ausência sentida,
O amor... combustível da vida...." (Rose Felliciano)

quarta-feira, 25 de agosto de 2010





sábado, 31 de julho de 2010

SEJA BEM VINDO.



SEJA BEM VINDO.

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HISTÓRIA CONTEMPORÂNIA II.

HISTÓRIACONTEMPORÂNIA II.


INTRODUÇÃO

O presente trabalho acadêmico realizado por Joelma lima santos Fernandes graduanda do sexto período de história tem com objetivo análisar o texto de Jorge Luiz Ferreira; o Socialismo Soviético, no qual nos coube uma analogia com o livro de George Orwell; A Revolução dos Bichos.

George Orwell, escritor, jornalista e militante político participou da Guerra Civil Espanhola na milícia marxista e foi perseguido junto aos anarquistas e outros comunistas pelos stalinistas. Desencantado com o governo de Stalin, escreveu “A Revolução dos Bichos” em 1944. Nenhum editor aceitou publicar a sátira política, pois, na época, Stalin era aliado da Inglaterra e dos Estados Unidos. Só após o término da guerra, em 1945, é que o livro foi publicado e se tornou um sucesso editorial.

Jorge Luiz Ferreira possui graduação e mestrado em História pela Universidade Federal Fluminense e doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo. Atualmente é Professor Titular da Universidade Federal Fluminense e têm bolsa de produtividade em pesquisa 1C do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e tecnológico. Em sua obra O Socialismo Soviético, tempo das crises, Revoluções, fascismos e guerras¸ aborda, a construção do socialismo soviético, a afirmação dos fascismos e a Segunda Guerra Mundial.


A crítica que podemos perceber ao analisar os dois textos da Revolução dos Bichos George Orwel e O Socialismo Soviético de Jorge Ferreira é que existe uma analogia entre ambas obras analisadas.

Ao usar uma metáfora (os animais) encontraremos ao longo do mesmo, situações que nos remetem ao texto de Jorge Ferreira, como o expurgo e a época de terror de 1936 a 1938, quando milhares de pessoas foram fuziladas ou mortas por perseguição do regime, como menciona Ferreira.

A partir de dados indiretos, como análise dos censos populacionais, a taxa de mortalidade média no campo, estimativas de antigos prisioneiros, entre outros, estudiosos apresenta números assustadores.O autor cita que segundo Baczko, entre 1936 e 1938, teriam sido presas de 6 milhões a 8 milhões de pessoas,das quais entre 800 mil e 1 Milhão foram executadas;em fins de 1938,8 milhões de pessoas teriam sido detidas e presas em campo de concentração;no meio rural,o número de mortos chegaria a 2 milhões. (FERREIRA, pág. 101).

No texto Revolução dos bichos tal situação se repete quando o porco Napoleão insistiu que os animais confessem seus crimes, galinhas foram degoladas, ovelhas e outros animais foram mortos por conspirarem contra o regime como pode ser notada nesta citação.

Ao fim da confissão, os cachorros estraçalharam-lhes a garganta e, com voz terrível, Napoleão perguntou se algum outro animal tinha qualquer coisa a confessar. As três galinhas que haviam liderado a tentativa de reação a respeito dos ovos aproximaram-se e declararam que Bola-de-Neve lhes aparecera em sonho, instigando-as a desobedecerem às ordens de Napoleão. Também foram degoladas. Aí veio um ganso e confessou ter escondido seis espigas de milho durante a colheita do ano anterior, comendo-as depois, à noite. Uma ovelha confessou ter urinado no açude por insistência, disse, de Bola-de-Neve - e duas outras ovelhas confessaram ter assassinado um velho bode, seguidor especialmente devotado de Napoleão, fazendo-o correr em volta de uma fogueira quando ele, coitado, estava com um ataque de asma. Foram mortas ali mesmo. E assim prosseguiu a sessão de confissões e execuções, até haver um montão de cadáveres aos pés de Napoleão e no ar um pesado cheiro do sangue, coisa que não sucedia desde a expulsão de Jones. Quando tudo acabou, os bichos sobreviventes, com exceção dos porcos e dos cachorros, retiraram-se furtivamente, trêmulos e angustiados.

Os porcos se afastam dos outros animais passaram a dormir e viver na sede da granja, abrindo um precedente eles e o restante dos animais. Utilizando propagandas e terror para manterem-se no poder.

Também o regime de Stalin utilizou-se do terror e da propaganda para mobilizar o povo russo e perpetuarem-se no poder.

Observamos claramente isso quando os porcos lançam um único mandamento, todos os animais são iguais, mas alguns animais são mais iguais que os outros. Eles queriam perpetuar-se no poder assim como Stalin.

A analogia entre os animais da fazenda após leitura concluímos como Lênin, o porco Major.

‘‘Daí a três noites faleceu o velho Major, tranqüilamente, durante o sono. Seu corpo foi enterrado no fundo do pomar. Começava o mês de março. Durante os três meses seguintes houve uma intensa atividade secreta’’.(Revolução dos Bichos).

‘‘Após a morte de Lênin sugiram duas propostas dentro do partido, defendidas de maneira mais completa...”(FERREIRA, p.83).

Principalmente quando encorajam os animais os animais da fazenda a fala “Camaradas já ouvistes por certo algo a dizer a do sonho que tive a noite passada”, fala aos animais da fazenda para unirem-se e se rebelarem contra a dominação humana e a pobreza.Principalmente devido esta citação.

Assim como a Rússia deveria levantar e lutar contra tirania.

Trotsky podemos nessa figura o porco bola de neve que foi acusado de destruir o moinho que os animais estavam construindo, que sonhava com a igualdade, ou seja, o Socialismo, quando fala com eloqüência durante uma reunião convenceu todos os animais a votarem a favor da construção do moinho de vento.

O discípulo fiel do Napoleão que é visto no texto na figura do cavalo Sansão que sempre fazia o trabalho pesado de manhã à noite puxando e empurrando sempre no lugar onde o trabalho era mais pesado que tivesse sua solução para cada problema o lema “Trabalharei mais ainda, acordando mais cedo que os outros” para realizar as suas tarefas.

No texto Socialismo Soviético com base na leitura de ambos textos encontramos com essas características o operário Stakhmov, que se tornou um modelo para o regime institucionalizar, pois poucas horas existia mais carvão que todos, tornado se um exemplo a ser seguido.

Os outros animais da fazenda seriam o povo que era manobrado pelos líderes a fazerem o trabalho pesado e vítima das perseguições do regime Stalinista.

Quitéria a égua que ao olhar pela vidraça a reunião dos porcos com humanos espanta-se e acha que sua visão está embaçada.

Na interpretação que realizamos do texto podermos dizer que esse personagem seria o autor o teria utilizado para personificar o povo russo é olhar os seus líderes afastarem-se dos ideais da revolução socialista, e passarem a viver sob um regime autoritário (totalitarismo).

Como um dos personagens principais dessa trama o Porco Napoleão com seu autoritarismo podemos ligá-lo ao ditador Stalin em vários trechos do texto entre eles podemos citar: Quando os animais já não Chamavam o mesmo de “Napoleão” referiam-se a ele “nosso líder camarada Napoleão” e os porcos gostavam de inventar para ele títulos tais como Pai de Todos os Bichos, terror da humanidade e assim por diante.

Os vizinhos que podemos identificar com o de Pelkington com a qual Napoleão fazia acordos comercias, sem a Alemanha. Hitler é o senhor Pilkington, dono da fazenda vizinha.

CONCLUSÃO

Baseando-se nas obras A Revolução dos Bichos George Orwell, O Socialismo Soviético de Jorge Ferreira concluímos que texto de Jorge Ferreira trata do surgimento do socialismo na Rússia em seus primórdios, e transformando-se ao longo do tempo em um Governo totalitário cujo governante máximo era o ditador Stalin.

O livro de George Orwell é uma crítica onde podemos dizer sarcástica do regime socialista.

Podemos encontrar várias analogias entre eles, a fazenda seria a Rússia Antiga, na qual os bichos expulsaram seu dono e passam a governar e criar um regime em que todos os animais teriam o mesmo direito. Porcos animais mais inteligentes tomam a liderança e ao poucos tomam a vantagem para si e querem manter-se no poder a todo custo. É uma crítica ao regime que não mais cumpria os anseios do povo russo a uma sociedade mais justa e igualitária.Observamos desta forma que na realidade, não é o socialismo em si, mas o totalitarismo e todos os totalitarismos que seus ataques pretendem atingir. Isso é mais evidente anda em que constitui uma condenação global de um universo maniqueísta, feito de mentiras, traições e terror.

Bibliografias.

FERREIRA, Jorge. O socialismo soviético. In: Jorge Ferreira; Daniel Aarão Reis Filho; Celeste Zenha. (Org.). O século XX. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005, v. 2, p. 81-109.

ORWELL, George. A Revolução dos Bichos.Virtual.

H Http: //buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4797121D8(Currículo do Sistema de Currículos Lattes (Jorge Luiz Ferreira)ttp: //www.duplipensar.net/george-orwell/george-orwell-biografia.html ( Bibliografia)